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11.12.08

Cinema : the best



Fellini dirigindo Satyricon

Achei o link para essa matéria no Blowg da Marina W . Como em qualquer lista, todos torcerão o nariz, o pescoço, as orelhas.
O P.S.C. Data, em mais uma incursão sócio-antropológica-cultural pergunta : você aí, esverdeado por incontáveis horas na frente das telas assistindo clássicos, quantos destes você assistiu ?

Se a memória não falha assisti 31, baíxissimo índice para um ex-rato de cinemas. Culpa dos programadores dos anos 70/80, provavelmente.
Uma boa possibilidade de reflexão sobre nossas relações pessoais com os " clássicos" de qualquer setor das artes.


" A revista francesa Cahiers du Cinéma, considerada a mais importante publicação de crítica de cinema do mundo, lança este mês um livro com os 100 filmes que não podem faltar em uma cinemateca ideal. Para isso, consultou 76 cineastas, historiadores e críticos da França.

A lista não deixa de ser respeitável, mas vem sendo criticada pelo classicismo (há apenas três longas dos últimos 20 anos, Van Gogh, Fale com Ela e Cidade dos Sonhos). De qualquer forma, 100 Films pour une Cinémathèque Idéale é um guia recomendadíssimo para quem está tomando contato com os clássicos.

Confira os 100 escolhidos:

  • Cidadão Kane (1941) - Orson Welles
  • O Mensageiro do Diabo (1955) - Charles Laughton
  • A Regra do Jogo (1939) - Jean Renoir
  • Aurora (1927) - Friedrich Wilhelm Murnau
  • O Atalante (1934) - Jean Vigo
  • M, o Vampiro de Dusseldorf (1931) - Fritz Lang
  • Cantando na Chuva (1952) - Stanley Donen & Gene Kelly
  • Um Corpo que Cai (1958) - Alfred Hitchcock
  • O Boulevard do Crime (1945) - Marcel Carné
  • Rastro de Ódio (1956) - John Ford
  • Ouro e Maldição (1924) - Erich von Stroheim
  • Rio Bravo - Onde Começa o Inferno (1959) - Howard Hawks
  • Ser ou Não Ser (1942) - Ernst Lubitsch
  • Era uma Vez em Tóquio (1953) - Yasujiro Ozu
  • O Desprezo (1963) - Jean-Luc Godard
  • Contos da Lua Vaga (1953) - Kenji Mizoguchi
  • Luzes da Cidade (1931) - Charlie Chaplin
  • A General (1927) - Buster Keaton
  • Nosferatu (1922) - Friedrich Wilhelm Murnau
  • A Sala de Música (1958) - Satyajit Ray
  • Monstros (1932) - Tod Browning
  • Johnny Guitar (1954) - Nicholas Ray
  • A Mãe e a Puta (1973) - Jean Eustache
  • O Grande Ditador (1940) - Charlie Chaplin
  • O Leopardo (1963) - Luchino Visconti
  • Hiroshima, Meu Amor (1959) - Alain Resnais
  • A Caixa de Pandora (1929) - Georg Wilhelm Pabst
  • Intriga Internacional (1959) - Alfred Hitchcock
  • O Batedor de Carteiras (1959) - Robert Bresson
  • Amores de Apache (1952) - Jacques Becker
  • A Condessa Descalça (1954) - Joseph Mankiewicz
  • O Tesouro do Barba Rubra (1955) - Fritz Lang
  • Desejos Proibidos (1953) - Max Ophüls
  • O Prazer (1952) - Max Ophüls
  • O Franco Atirador (1978) - Michael Cimino
  • A Aventura (1960) - Michelangelo Antonioni
  • O Encouraçado Potemkin (1925) - Sergei M. Eisenstein
  • Interlúdio (1946) - Alfred Hitchcock
  • Ivan, o Terrível (1944) - Sergei M. Eisenstein
  • O Poderoso Chefão (1972) - Francis Ford Coppola
  • A Marca da Maldade (1958) - Orson Welles
  • Vento e Areia (1928) - Victor Sjöström
  • 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968) - Stanley Kubrick
  • Fanny e Alexander (1982) - Ingmar Bergman
  • A Turba (1928) - King Vidor
  • 8 1/2 (1963) - Federico Fellini
  • Sel Sol (1962) - Chris Marker
  • O Demônio das Onze Horas (1965) - Jean-Luc Godard
  • O Romance de um Trapaceiro (1936) - Sacha Guitry
  • Amarcord (1973) - Federico Fellini
  • A Bela e a Fera (1946) - Jean Cocteau
  • Quanto mais Quente Melhor (1959) - Billy Wilder
  • Deus Sabe quanto Amei (1958) - Vincente Minnelli
  • Gertrud (1964) - Carl Theodor Dreyer
  • King Kong (1933) - Ernst Shoedsack & Merian J. Cooper
  • Laura (1944) - Otto Preminger
  • Os Sete Samurais (1954) - Akira Kurosawa
  • Os Incompreendidos (1959) - François Truffaut
  • A Doce Vida (1960) - Federico Fellini
  • Os Vivos e os Mortos (1987) - John Huston
  • Ladrão de Alcova (1932) - Ernst Lubitsch
  • A Felicidade não se Compra (1946) - Frank Capra
  • Monsieur Verdoux (1947) - Charlie Chaplin
  • O Martírio de Joana d'Arc (1928) - Carl Theodor Dreyer
  • Acossado (1960) - Jean-Luc Godard
  • Apocalypse Now (1979) - Francis Ford Coppola
  • Barry Lyndon (1975) - Stanley Kubrick
  • A Grande Ilusão (1937) - Jean Renoir
  • Intolerância (1916) - David Wark Griffith
  • Partie de Campagne (1936) - Jean Renoir
  • Playtime (1967) - Jacques Tati
  • Roma, Cidade Aberta (1945) - Roberto Rossellini
  • Sedução da Carne (1954) - Luchino Visconti
  • Tempos Modernos (1936) - Charlie Chaplin
  • Van Gogh (1991) - Maurice Pialat
  • Tarde Demais para Esquecer (1957) - Leo McCarey
  • Andrei Rublev - O Artista Maldito (1969) - Andrei Tarkovsky
  • A Imperatriz Galante (1934) - Joseph von Sternberg
  • Intendente Sansho (1954) - Kenji Mizoguchi
  • Fale com Ela (2002) - Pedro Almodóvar
  • Um Convidado bem Trapalhão (1968) - Blake Edwards
  • Tabu (1930) - Friedrich Wilhelm Murnau
  • A Roda da Fortuna (1953) - Vincente Minnelli
  • Nasce uma Estrela (1954) - George Cukor
  • As Férias do Sr. Hulot (1953) - Jacques Tati
  • A Terra do Sonho Distante (1963) - Elia Kazan
  • O Alucinado (1953) - Luis Buñuel
  • A Morte num Beijo (1955) - Robert Aldrich
  • Era uma Vez na América (1984) - Sergio Leone
  • Trágico Amanhecer (1939) - Marcel Carné
  • Carta de uma Desconhecida (1948) - Max Ophüls
  • Lola, a Flor Proibida (1961) - Jacques Demy
  • Manhattan (1979) - Woody Allen
  • Cidade dos Sonhos (2001) - David Lynch
  • Minha Noite com Ela (1969) - Eric Rohmer
  • Noite e Neblina (1955) - Alain Resnais
  • Em Busca do Ouro (1925) - Charlie Chaplin
  • Scarface - A Vergonha de uma Nação (1932) - Howard Hawks
  • Ladrões de Bicicletas (1948) - Vittorio de Sica
  • Napoleão (1927) - Abel Gance

36 comentários:

expressodalinha disse...

Escolha demasiado previsível e datada. Se tivesse que ir para uma ilha deserta (com video) levava-os todos, que remédio. Agora, podendo escolher aqui em casa, só me apeteceu ver 6 ou 7.
Trtúlia Virtual dia 15. Tema: Brasil

googala disse...

também contei e não chegou a 50. Dá pra colocar mais uns 2432 'clássicos', não?

Adelino disse...

Peri, eu fiquei com uns 10. Tirando o "Cantando na Chuva", que é uma unanimidade (não burra...) os meus outros 10 não estão na lista. Coisas de temperamento, gosto. Os críticos vêem os filmes com olhos que não os dos espectadores comuns. Eles levam em conta detalhezinhos que passam longe dos olhos do fan que sente o filme, se emociona, se alegra, pouco importanto com enquadramentos, fade-in e out, e outras linguagens cinematográficas.
Um grande abraço.

Marcio Gaspar disse...

contei 35 'vistos'; e também achei a lista por demais conservadora e datada. cadê o spielberg? e o polanski? só um do buñuel? só um do bergman? e o 'cidadão acima de qualquer suspeita'? e o 'one from the heart'? e o bertolucci? aiaiai... pensando bem, essa lista está uma merda.

roserouge disse...

Essas pessoas que elaboraram essa lista, já se devem ter todas suicidado, não? Ou então andam a Prozac...irritam-me estes intelectualóides que acham que ver filmes "difíceis" e pesados é que é ser inteligente e culto. Faltam aí muitos filmes bons, que fazem parte do nosso imaginário cinéfilo e que muito nos divertem. Cinema é "enternainment"!

peri s.c. disse...

Jorge/Googala/Adelino/Marcio/Roserouge

Juntar um bando de franceses e deixá-los à vontade dá nisso.
Não diria que é necessariamente uma merda, mas que representa um ponto de vista franco-intectual do cinema. Melhor se tivessem coletado as opiniões de críticos e experts do mundo todo ( pelo menos o ocidental ).

anna disse...

com certeza vi alguns desses. lá no bijou e belas artes na maioria.

mas naquela época era tanta calibragem que a memória falha.

agora, sempre acho esquisito as listas dos 10 ou 100 mais.
seja no que se refere à produção artística ou à beleza humana.

peri s.c. disse...

Anna
Não acredito que uma garota de fino trato como você ficava pela noite se calibrando .

Listas são possíveis, mas pessoais.

Eduardo P.L disse...

Peri,

um comentario sobre o comentario da Bé: cinema é ARTE sim!Agora, como em todas as artes, tem suas produções DIGESTIVAS e POPULARES, aque você chama de "enternainment"!
Quanto à lista, outras poderiam ser feitas, mas NADA contra essa! Só para contrariar!

pecus disse...

Tem um pouco de "arqueologia" aí. Dá pra ver como a linguagem do cinema foi desenvolvida. Quanto ao potencial de entretenimento, não é dos mais altos.

Patty Diphusa disse...

É um estudo sobre cinema mais do que uma lista, não? Faltou adiantar um pouco as próximas aulas.

Vi um tanto, mas também não lembro de boa parte deles. Calibragem era praxe, não? Aliás, bons tempos que ninguém se importava com isso.


Bjs

peri s.c. disse...

Eduardo
Arte com entretenimento deveria ser a suprema aspiração do autor.

peri s.c. disse...

Pecus
Bem usada a palavra arqueologia. Sempre imagino críticos como seres empoeirados ou ... seres encarapitados na roda-gigante do Rópi-Rári. Preciso descobrir quais os que estão no meio-termo.

peri s.c. disse...

Patty
Mas existem grandes fimes na relação, para o nosso gosto ( fora os que nynca ouvi falar, achei o máximo " O Intendente Sansho", what merde is that ? ).

Calibrávamos inocentemente e voltamos prá casa sem riscar um carro
por incontáveis anos.

Só- Poesias e outros itens disse...

Peri, foi interessante rever alguns desta lista, e outros que também considero clássicos.
Adoro. Principalmente agora que se instalou uma locadora de filmes clássico aqui no meu bairro, a 2001, e ando vasculhando a prateleira.

bjs.

Ju Gioli

Eduardo P.L disse...

Peri,

o ARMAZÉM deveria instalar um radinho aí ao lado do balcão e sintonizar na PIER FM. A programação esta no mesmo calibre dessa lista! Nós agora só blogamos ao som da PIER FM.
Para quem não linkou ainda:
http://www.pierfm.com.br/

Silvares disse...

Contei 37 que tenha visto mas como os títulos estão em Português do Brasil é possível que não esteja a fazer bem as minhas contas. Seja como for, dos que vi, M,Matou (o título de M, o Vampiro de Dusseldorf em português do Portugal), O Mundo a Seus Pés (Cidadão Kane), A Sombra do Caçador (O Mensageiro do Diabo), Barry Lyndon (tal e qual) e Andrei Rublev (ou Rubliov) são os que me fazem mais feliz. Há outros muito bons mas já me perdi a olhar lista acima lista abaixo e não dou com eles para fazer a "tradução" dos títulos. É engraçado verificar estas nuances.

Silvares disse...

Ah, quanto à questão do "entertainment" é só para dizer que um gajo, no cinema como na gastronomia, deve ter estômago para tudo. Desde o hamburguer ao fillet mignon, passando pela simples batata cozida. Cabe tudo, conforme o apetite.
:-)
Uma lagosta também não iria mal de todo.
E uma sanduíche de queijo... sem manteiga, se faz favor.

Eduardo P.L disse...

Silvares, estou de acordo com sua definição de "entertainment". Só não posso aceitar que no cinema não tenha uma dose de ARTE como tem ARTE na cozinha!E é verdade que às vezes um bom sanduiche de mortadela( muito fina) e queijo, num pão "françes" crocante, é tão saboroso quanto a tal lagosta!

peri s.c. disse...

Silvares/Eduardo
As diferenças das malucas traduções em Portugal e Brasil para o nome do mesmo filme dariam um ótimo post.

Em relação à comparação gastronômica, tem muita coisa que mesmo feita por um grande "chef" eu não gostaria de ver em meu prato e nem provaria.

Anônimo disse...

Péri:
minha mulher brigou com a NET.Estou incomunicável.

"Quanto à Aguia de Ouro",vamos lá!

Abraços
Günther

valter ferraz disse...

Peri,
em matéria de cinema sou anlfabeto(como em mais um monte de coisas). Nunca passei de mazzaroppi. Prá ter uma idéia, o último filme que ví no cinema chama-se "Dona flor e seus dois maridos". A sôniabraga era quase-virgem. Sim, naquela época existiam semi-virgens.
Fazem trinta e dois anos, portanto.
Daí, que essa lista para mim, diz nada ou quase. Também tem o fato que detesto listas. Fujo delas, daí que não lí. Vim direto para a caixa de comentários.
Bom domingo,
Forte abraço

Silvares disse...

Eduardo/Peri, tendes toda a razão. Tem Arte que chateia e "haute cuisine" que cheira mal mas não prejudica caprichar sempre que se faz uma sanduíche ou se pinta uma tela. Peri, os títulos encerram, na verdade, autênticas pérolas de tradução interpretativa!
:-)

roserouge disse...

Não vi nenhum filme do Manoel de Oliveira. Não é que eu seja grande fã dele, mas o homem é muito conceituado "lá fora", farta-se de receber prémios e tal e de acordo com essa lista tão...hããã...inteligente, ele deveria estar lá. Não me digam que quem fez essa lista não são os mesmos que dão os prémios!! E o Manoel fez 100 anos esta semana e continua aí para as curvas! Diz que ainda não fez todos os filmes que lhe apeteceu. Boa, adoro gente assim!

peri s.c. disse...

Günther
Fiquei sabendo, pela Anna. Explicada sua ausência, então.
Aguardamos a reconexão.
abraços

peri s.c. disse...

Valter
Gostei da "quase-virgindade" da Soniabraga, enfim , o cinema é a arte da ilusão, ah, ah.
Não se preocupe com as listas todos os cinéfilos-intelectuaias, assistem também ( escondidos ) coisas como o Massacre da Serra Elétrica ou American Pie.

peri s.c. disse...

Silvares
Os títulos traduzidos são ótimos, mas as legendas às vezes são increditáveis.

peri s.c. disse...

" inacreditáveis"

peri s.c. disse...

RR
Não viu nenhum filme dele ? Às vezes é bom assistir pelo menos um, para deixar de assistir os demais com certa razão.

roserouge disse...

Não, Peri. Aí nessa lista é que não está nenhum.

Anônimo disse...

Peri:
Conseguimos fazer uma "gambiarra" de conecção momentânea.
Não poderia ficar de fora neste instigante post.
Os filmes "da minha vida" são todos os que pedem decifrações de suas metáforas,ou se entende,ou não.
O número 1 da minha vida é "O Anjo Exterminador" de Buñuel.Êle destrói a burguesia colocando as personagens na Idade da Pedra dentro de seu refúgio domiciliar,como se fôsse um jôgo de xadrez.Assista ou reveja.
O número 2 é "Blow Up" de Antonionni,onde êle antecipa as décadas vindouras(o filme é de 1968),e 40 anos depois as coisas continuam acontecendo de acôrdo com sua visão magistralmente concebida.As primeiras experiências com LSD,que tornariam o mundo caleidoscópico pela utilização e "aproveitamento" do tempo,o status do fotógrafo até hoje vigente,com o blow up,que era na fotografia artesanal,o processo de ir-se ampliando detalhes de uma mesma foto indefinidamente,processo hoje,feito eletrônicamente.Antonionni foi homenageado em Blade Runner,em Blow Out de Brian De Palma e outros.O conjunto que toca em Blow Up são os Yard Birds ,que era composto por Jimmy Page, Eric Clapton e Jeff Beck que tinham 18 ou 19 anos e para completar,o filme è baseado(sic)num conto de Cortázar.
Para não me alongar ainda mais,cito o "Silêncio dos Inocentes" onde a metáfora se encontra na personagem do canibal.Êle é tão profundamente brilhante,e conhece tudo da alma humana,a ponto de não fazer nada mais além do que comer sua carne;mas só dos vulgares,burros e agressivos.
Falta muita coisa além dos filmes citados,mas,para tudo existe um público...
Só sinto não ser mais sucinto.Tinha créditos à ver.
Abração

Günther

Anônimo disse...

...Em tempo:
Blow Up mostrou o primeiro nu frontal feminino na história do cinema;além de uma cena onde em Londres, os atores fumam maconha de verdade.
Outro filme da minha vida é "Coração de Cristal",de Werner Herzog, onde os atores trabalham(representam),no filme, totalmente hipnotizados do comêço ao fim.Eu tenho o filme em alemão,sem legendas,uma pena.
Outro abraço
Günther.

peri s.c. disse...

Günther
Este post permite conversas infindáveis.
A conclusão ( prévia e óbvia ) é que as cinematecas ( bibliotecas, pinacotecas, mulherotecas ) pessoais mudam de casa para casa.
Mas se o titular tiver um pouco de sensibilidade e senso crítico, todas são muito aceitáveis.
abraço

Adelino disse...

Peri, concordo em parte com o Valter. Este negócio de lista "dos mais" isso, mais aquilo produz barbaridades. Na virada do século passado chegaram a eleger uma atriz da Globo quase estreante (Fernanda, se não me angano) como "a mulher mais bonita do século". Falar em off vá lá, mas publicar uma barbaridade dessas é enjoativo, é querer que o sapo desça pela nossa guela (guela?) sem manteiga, já que a coisa aqui ficou meio que no terreno da gastronomia...
Abraços.

peri s.c. disse...

Adelino
Todo o cuidado é necessário ao examinar essas listas, devem ser vistas com senso crítico.
Imagine se a Globo resolve fazer uma lista dos 100 melhores filmes, que seria sem dúvida adequada à sua audiência preferencial, composta pelos milhões de Homers Simpsons brasileiros ?

googler disse...

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